Sobre a Reencarnação
Sobre a Reencarnação

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AvarezA crença na reencarnação tem suas origens nos primórdios da humanidade, nas culturas primitivas. De acordo com alguns estudiosos, a ideia se desenvolveu de duas crenças comuns que afirmam que:

  • Os seres humanos têm alma, que pode ser separada de seu corpo, temporariamente no sono, e permanentemente na morte;
  • As almas podem ser transferidas de um organismo para outro.
Bem na verdade segundo sei a reencarnaçao sempre foi muito aceite entre os índios Norte Americanos e outros, mais tarde tambem o espiritismo é quem faz maior acentuação a este dogma...Vejamos
 
Reencarnação: Segundo o Espiritismo "é a volta do espírito* através de novo corpo de carne, ou seja, um outra encarnação. Através desse processo, de vidas sucessivas, o espírito vai se aperfeiçoando, desligando-se dos laços materiais que ainda o prendem, a caminho da perfeição (...) é óbvio que devemos passar por inúmeras existências corporais (...) O número dessas existências vai depender de nós, do aproveitamento que tivermos nas nossas vidas sucessivas (...) depois da última encarnação, teremos alcançado a posição de espírito puro" (Mundo dos Espíritos, p.92)

Os espíritos seguem a lei do Carma: "Cada espírito é responsável pela sua própria ação e para cada ação há uma reação". Como progredir? O espiritismo responde: "Fora da caridade não há salvação" (Kardec, citado por Franco in: Enfoques Espíritas, p. 17). Portanto, o espiritismo considera o homem o único responsável por sua felicidade, progressão e salvação, já que tudo depende de seus atos.

Depois tambem muito ligado ao Carma.

Sabemos tambem que mais antiga crença ja antes do Espiritismo talvez ligada erradamente seria o Budismo, mas nao é bem assim ora entenda-se:

A idéia da reencarnação e a doutrina budista

Entre os ensinamentos mais básicos do budismo, estão os da IMPERMANÊNCIA, o da INTERDEPENDÊNCIA (ligada à origem condicionada dos fenômenos), e o do "Não-Eu" (Anatta em Pali, Anatman em Sânscrito ). Ou seja, segundo o budismo a existência de indivíduos independentes é uma ilusão temporária. Por vias diferentes, tanto o ensinamento Theravada quanto o Mahayana afirmam claramente que é um equívoco pensar em termos de alcançar "nossa própria" iluminação. Para o Mahayana, porque isso é moralmente inaceitável, e para o Theravada, porque não faz sentido. Não há conflito entre as duas opiniões - estão ambas corretas e se complementam.

Existe no budismo a importante idéia de RENASCIMENTO ou EMANAÇÃO, que infelizmente tem sido vista com excessiva frequência como sendo equivalente à de reencarnação. No entanto, a reencarnação ocorre sempre com a rigorosa transferência de méritos de um indivíduo específico para outro único indivíduo exclusivamente. Esses dois indivíduos vivem em épocas diferentes e podem de fato estar muito separados tanto pelo tempo quanto pelo espaço. No entanto, supõe-se que de alguma maneira ambos sejam a mesma pessoa, e tenham muito mais afinidades um com o outro do que qualquer um dos dois com os conhecidos, amigos e familiares com que convivem em suas respectivas culturas. Pode haver diferenças de língua, nível de instrução, metas de vida e experiências de vida, mas ainda assim em algum sentido são "a mesma" pessoa. Partilham dramas, esperanças e eventos cotidianos e extraordinários com seus conterrâneos e contemporâneos, mas ainda assim entende-se que cada um tem "seu próprio" conjunto de méritos. As culturas de duas supostas vidas de um indivíduo reencarnado podem ser completamente alienígenas uma em relação à outra, mas ainda assim é "o mesmo" espírito. Essa crença não pode ser considerada budista.

Pois esses reencarnados teriam forçosamente uma essência pessoal permanente, um ATMAN (conceito hinduísta especificamente refutado pelo Buda) capaz de transcender tanto a INTERDEPENDÊNCIA quanto a IMPERMANÊNCIA que moldam sempre nossas vidas e nossas personalidades. Não creio que esse fenômeno possa ocorrer exceto em fantasia. Acho evidente que não é um acontecimento muito frequente em nossos ciclos de mortes e nascimentos. E penso ter demonstrado claramente que, certa ou errada, a idéia de reencarnação contradiz triplamente o ensinamento budista.Disse asneira

Reencarnação e Cristianismo

Diversos estudiosos espíritas e espiritualistas defendem que, durante os seis primeiros séculos de nossa era, a reencarnação era um conceito admitido por muitos cristãos. De acordo com eles, numerosos Padres da Igreja ensinaram essa doutrina e apenas após o Segundo Concílio de Constantinopla, em 553 d.C., é que a reencarnação foi proscrita na prática daigreja, apesar de tal decisão não ter constado dos anais do Concílio. Afirmam ainda que Orígenes (185-253 d.C.), que influenciou bastante a teologia cristã, defendeu a ideia da reencarnação,[2] além dos escritos de Gregório de Nisa (um bispo da igreja cristã no século IV) entre outros. Entretanto, tais afirmativas carecem de fundamentação histórico-documental. Por isso, os teólogos cristãos não só se opõem à teoria da reencarnação, como, também, à ideia de que ela era admitida pelos cristãos primitivos. Argumentam que não há referências na Bíblia, nem citações de outros Padres da Igreja, e que as próprias afirmações de Orígenes e de Gregório de Nisa aduzidas pelos estudiosos espíritas e de outras crenças espiritualistas, não são por aqueles citadas senão para as refutarem. Por outro lado, com base na análise da atas conciliares do Concílio de Constantinopla, constatam que os que ali se reuniram sequer citaram a doutrina da reencarnação - fosse para a afirmar ou para a rejeitar. Contra a reencarnação ainda cita-se Hebreus 9:27, o episódio dos dois ladrões na cruz em 23 39:44, a parábola do rico e Lázaro e Jó 10:21.

Passagens do Novo Testamento, como Mateus 11:12-15Mateus 16:13-17 e Mateus 17:10-13Marcos 6:14-15Lucas 9:7-9 e João 3:1-12 são citados por espiritualistas como evidência de que Jesus teria explicitamente anunciado a reencarnação.

Tanto a Igreja Católica como os protestantes em geral denunciam a crença na reencarnação como herética. O cristianismo esotérico, por outro lado, admite e endossa abertamente a reencarnação - que é, inclusive, um dos pilares de sua doutrina. As teses reencarnacionistas, portanto, independentemente de serem corretas ou não, não encontram apoio na tradição judaico-cristã, cuja ortodoxia doutrinária as considera, na verdade, importações de outras tradições, tal como o hinduísmo e o budismo.

Existem provas históricas de que a doutrina da reencarnação contava com adeptos no antigo judaísmo, embora somente após escrita do Talmud - não há referências a ela neste livro, tampouco se conhecem alusões em escrituras prévias. A ideia da reencarnação, chamada gilgul, tornou-se comum na crença popular, como pode ser constatado na literatura iídicheentre os judeus ashkenazi. Entre poucos cabalistas, prosperou a crença de que algumas almas humanas poderiam reencarnar em corpos não-humanos. Essas ideias foram encontradas em diversas obras cabalísticas do século XIII, assim como entre muitos escritos místicos do século XVI. A coleção de histórias de Martin Buber sobre a vida de Baal Shem Tov inclui várias que se referem a pessoas reencarnando em sucessivas vidas.

Cpntinua em breve

SurpresaNOTA: Venho pedir mais uma vez ao leitor que não confunda informação e crenças, o Site Portugal Misterioso, não assume credebilidade ou descrebelidade  dos temas apresentados... Thanks

POR: Andriel

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