3ª Alguns Símbolos
3ª Alguns Símbolos

Janela


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Simboliza a receptividade e a abertura para as influências vindas de fora. A janela pode ainda ser considerada como sendo um símbolo da consciência. 

Quando a janela é redonda, a recepitividade é da mesma natureza que a do olho e da consciência. Quando a janela é quadrada, a receptividade é terrestre, relativo ao que é enviado do céu

Labirinto

 

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Em todas as culturas, o labirinto tem o simbolismo de representação confusa da consciência matriarcal, do inconsciente e este universo só pode ser transposto por aqueles que encontram-se preparados para fazer uma jornada ao universo do inconsciente coletivo. Seu acesso portanto, só é viável ao iniciado que conhece de forma antecipada os planos, uma vez que o seu centro é reservado à ele. O labirinto conduz o homem ao seu próprio centro interior.

Lágrima

 

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É o símbolo da dor e da intercessão. A gora morre após ter dado o seu testemunho. É bastante comparada à pérola. 
Para os astecas, as lágrimas das crianças que eram conduzidas ao sacrifício para invocar a chuva já simbolizavam as gotas de água.

Leão

 

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No cristianismo simbolizava São Marcos; na mitologia egípcia era um antigo símbolo da ressurreição nos rituais fúnebres; no simbolismo medieval era considerado um agente da ressurreição; na simbologia alquímica é a divindade que encerra em si o mistério da morte e renascimento, além de que representava o rei em sua forma pós-mortal. Ele era o guardião do mundo subterrâneo. Quando aparece uma imagem do herói lutando com o leão é comum que se encontre desarmado posto que esse é um símbolo de sua luta consigo mesmo. Em sonhos quando ele aparece, sabe-se que a personalidade acha-se confrontada com fortes e apaixonados desejos, paixões e afetos que tornam-se mais forte que o próprio ego. O leão é o sol inferior, uma representação teriomórfica do princípio masculino que representa a natureza ctônica, o aspecto terreno do símbolo do rei. Encontra-se ainda associado à concuspicência e ao orgulho além de ser um animal combativo mas que pode sugerir impulsos agressivos saudáveis. Quando aparece nas imagens das deusas da lua, é uma representação da natureza voraz da deusa.

Lilith

Na cabala, Lilith seria a mulher criada ao mesmo tempo que Adão, portanto, antes de Eva ser criada. Eva teria sido criada posteriormente a partir da costela de Adão, mas Lilith teria sido criada durante o peíodo noturno, a partir do barro.
Lilith entrou em contradições com Adão, costumava dizer que ela e Adão eram iguais, já que ambos vieram da terra. Lilith queria liberdade de escolher, opinar, decidir. Queria os mesmos direitos do homem. Discutiram sobre esse assunto e Lilith, rebelada, pronunciou encolerizada o nome de Deus, fez acusações a Adão e fugiu para a região do Mar Vermelho, que era habitada por demônios e espíritos malignos segundo a tradição hebraica. Lilith se torna então a esposa de Samael, o senhor das forças do mal. 
Adão queixou-se a Deus sobre a fuga de Lilith, e para compensar sua tristeza, Deus cria Eva a partir da costela de Adão.É o modelo feminino imaginado pelo padrão ético judaico-cristão. A mulher submissa e direcionada para o lar. Assim, enquanto Lilith é a força destrutiva, Eva é construtiva. Lilith costumava seduzir os homens, as crianças, os inválidos e os recém-casados aprisionando-os e causando-lhes orgamos extasiantes. Representa o ódio contra a família, ódio aos casais e aos filhos. Evova desta forma a imagem das Lâmias da mitologia grega. É lançada novamente ao fundo do oceano onde não pára de se atormentar pelo desejo, a perversão que a impede de participar da normalidade. 
Há também uma outra tradição na qual Lilith também fora criada independentemente de Adão. Nessa outra tradição, Caim e Abel teriam brigado por Lilith que seria a primeira Eva. 
Lilith é comparada a Lua negra, à sombra do inconsciente, ao obscuro.

Mandala

 

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Termo sânscrito para designar diagramas ou círculos simbólicos utilizados para exercícios de meditação, concentração e também em operações de magia branca. As mandalas, utilizadas principalmente na Índia e no Tibet, possuem simbologia complexa. Sua estrutura básica consiste de um centro (símbolo da totalidade, da divindade, da consciência superior ou cósmica) e de uma quantidade de formas dispostas geométrica ou circularmente ao redor do centro (formas essas que representam as inúmeras facetas da personalidade humana e as infinitas formas do universo manifestado). A finalidade primordial das mandalas parece ser a de encorajar e induzir o espírito, através da contemplação e concentração da mandala, a percorrer o caminho evolutivo que vai de um estado de consciência puramente biológico até um estado de consciência espiritual. Carl Gustav Jung estudou em profundidade a simbologia das mandalas, relacionando-as à simbologia universal do círculo.

Mariposa

 

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É um símbolo da força destruidora da paixão, pelo fato que ela voa em torno do fogo até ser queimada. Podemos considerá-la o oposto da paixão

Milho

 

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Nas culturas mexicanas o milho representa o Sol, o Mundo, o Homem.

Existe uma lenda maia contada no Popol Vuh* que relata que o Grande Pai e a Grande Mãe geraram os homens com a intenção de serem adorados por suas criaturas e essas tentativas ocorreram até que a criação desse certo. 

Primeiramente os deuses criaram a Terra, depois os animais e depois os homens. A primeira tentativa de criar os homens foi utilizando o barro, mas o homem não vingou. A segunda tentativa ocorreu utilizando a madeira como matéria prima. Dessa vez, os homens sobreviveram, mas se tornaram altivos, vaidosos e frívolos e por essa razão, o Grande Pai os destruiu com um dilúvio. O Grande Pai, então, resolveu criar quatro homens utilizando grãos de milho moídos e a partir dos corpos desses quatro homens, foram criadas quatro mulheres. Os homens e as muhleres, então, se multiplicaram e geraram várias outras famílias. Temendo essa multiplicação, os deuses ficaram temerosos que suas criaturas pudessem ter a idéia de superá-los em sua sabedoria e, portanto, resolveram diminuir a inteligência dos oito. 

A semente do milho é o símbolo da prosperidade. 

*O Popol Vuh é um dos poucos livros que sobreviveram da civilização Maia. É composto por um conjunto de lendas provenientes de diversos grupos étnicos. Revela a cultura maia pelo aspecto religioso, explicando as origens dos povos maias e os fenômenos naturais que os cercavam.

Ninfa

Divindades menores da Grécia antiga, as ninfas correspondem aos pequenos cursos d'água, fontes, lagos e quedas d'água. Por causa de sua associação com o elemento água, o significado das ninfas é ambivalente, ligado tanto ao nascimento e à fertilidade, quanto à dissolução e à morte.

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